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sexta-feira, 20 de março de 2009

Jogos sobre Direitos Humanos: Sugestões da Colômbia (Caça-Palavras)

Depois de duas semanas de parada estratégica na série sobre jogos para trabalhar a temática dos Direitos Humanos, o blog de Claim retoma hoje sua missão e oferece mais uma opção aos/às educadores/as do projeto. Desta vez, a sugestão que vem da Colômbia dá a oportunidade de tratar de dois conteúdos diferentes: Direitos e Língua Portuguesa.

A inspiração continua vindo dos jogos de passatempo das revistas e jornais: um caça-palavras onde estão escondidos termos relacionados aos Direitos da Criança e do Adolescente ou a qualquer outro direito que já tenha sido trabalhado com a turma, especialmente os relacionados à Educação, Saúde e Saneamento. O/a educador/a deve produzir um caça palavras que misture estes termos em meio a outras letras soltas, que devem ser “advinhados” pela turma através da sua descrição, que pode constar no próprio joguinho. Por exemplo, a descrição pode ser “lei que determina que o município é responsável pelo transporte dos alunos da rede municipal de suas casas até a escola”, sendo que a palavra escondida será LDB. Pode-se realizar a atividade em grupos e promover uma pequena gincana em que ganhará a equipe que encontrar mais palavras em menos tempo.


Depois do jogo, o/a educador/a também pode aproveitar para promover uma troca de “experiências” entre os que acertaram e os que não sabiam de que palavra cada conceito falava. Assim, quem já aprendeu ajuda a explicar para os demais do grupo, um exercício e tanto que também ajuda a observar o domínio da leitura dos/as participantes.


Quer mais jogos? Então dê uma olhada no Tangran, o caminho dos direitos, o dominó e o dos sete erros. E quem tiver mais sugestões que desenvolveu na sua entidade, pode mandar uma foto e uma breve explicação de como ela funciona para nosso e-mail concernuniversal@yahoo.com.br. Quem sabe o jogo da semana que vem não é o seu? Até lá!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Jogos sobre Direitos Humanos: Sugestões da Colômbia (Tangram)

O blog de Claim traz mais uma sugestão de joguinho criado pelo projeto na Colômbia e que pode ser usado com as devidas adaptações para o público no Brasil. Desta vez, a brincadeira tem o objetivo de estimular a criatividade das crianças e adolescentes atendidos/as pelas entidades, mas também provocar uma conversa animada sobre direitos. Adaptado do Tangram, um quebra cabeça chinês cujo nome significa "7 tábuas da sabedoria", pode ser jogado individualmente, mas também em grupos, o que pode colaborar para a discussão entre os participantes.

O jogo tem sete peças chamadas de tans, com tamanhos variados, que podem ser posicionadas de maneira a formar um quadrado: cinco triângulos de vários tamanhos, um quadrado e um paralelogramo. Além do quadrado, diversas outras formas e desenhos podem ser obtidas, sempre usando todas as peças.

O desafio com os grupos é, usando as peças do Tangram, fazer desenhos que representem expressões relacionadas aos direitos com que eles/as já tenham alguma familiaridade. Para isso, o/a educador/a pode criar cartas com material resistente (cartão, cartolina, etc.) com os termos a serem usados e colocá-las em pilhas voltadas para baixo para que eles sejam sorteados na hora da brincadeira. E a partir da apresentação dos desenhos, o grupo sem querer vai estar debatendo seus conhecimentos sobre aquele direito, oportunidade também de tirar dúvidas e esclarecer pontos não muito claros.

Quem tiver ideias com esta e queira compartilhar com outros/as educadores/as, é só enviar uma breve explicação junto com uma foto do jogo para o endereço projetoclaim@yahoo.com.br e nós publicaremos aqui neste espaço, dando os devidos créditos. Quem se interessar, pode dar uma olhadinha nas outras brincadeiras que já foram publicadas, como o caminho dos direitos , o dominó e o dos sete erros. Semana que vem tem mais!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Jogos sobre Direitos Humanos: Sugestões da Colômbia (Dominó)

Mais uma semana, mais uma sugestão de joguinho que foi produzido pelos/as educadores/as do Projeto Claim na Colômbia e que pode ser adaptado para o Brasil. Desta vez, a inspiração é o bom e velho Dominó, um dos jogos mais antigos que a humanidade conhece. No jogo tradicional, 28 peças em formato retangular são divididos por uma linha em duas metades e em cada uma destas metades é colocado um número variado de pontinhos, de zero a seis, fazendo todas as combinações possíveis entre os números de cada metade.

No caso do jogo para trabalhar os Direitos Humanos, substitua os pontinhos tradicionais por leis e suas aplicações. Para jogar, é preciso conhecer esta relação para conseguir combinar leis com leis ou leis com aplicações. Por exemplo: seu um jogador coloca uma “pedra” com a sigla ECA, o próximo jogador pode jogar outra pedra com a mesma sigla ou com a aplicação “protege os direitos das crianças e adolescentes”. A brincadeira é parecida com dominós já usados em sala de aula, em que as crianças precisam saber combinar pares de animais ou de objetos complementares, por exemplo.

A brincadeira segue até um dos jogadores não ter mais peças e pode ser um ótimo estímulo para exercitar conteúdos de oficinas realizadas anteriormente, já que ajuda a memorizar e aproveita para tirar dúvidas. O conteúdo pode explorar qualquer legislação, desde que a turma já tenha trabalhado com ela. E as peças podem ser produzidas em material simples, como cartão, desde que seja resistente suficiente para agüentar a brincadeira.

Se você também tem sugestões de brincadeiras, jogos e dinâmicas para trabalhar os Direitos Humanos com crianças, adolescentes ou adultos, tire uma foto e envie uma explicação rápida para ser publicada no blog de Claim. O material pode ser enviado para o endereço projetoclaim@yahoo.com.br. Enquanto isso, confira as outras sugestões feitas pela equipe colombiana: o jogos dos sete erros e o caminho dos direitos. Até a próxima semana.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Jogos sobre Direitos Humanos: Sugestões da Colômbia (Caminho dos Direitos)

É dia de jogos pra trabalhar temáticas relacionadas aos Direitos Humanos! E o blog de Claim avisa aos/às educadores/as do projeto no Brasil: quem tiver outras sugestões, como estas oferecidas por Claim Colômbia, pode enviar para o e-mail projetoclaim@yahoo.com.br com a explicação e fotos para que a gente possa publicar também. Por hora, seque mais uma ideia colombiana.

Direitos das crianças e adolescentes – Toda criança/adolescente adora aqueles jogos com caminhos que devem ser percorridos casa a casa, com perguntas, tarefas e castigos ao longo do caminho. E foi pensando nisso que a equipe da Colômbia criou um percurso que ajuda a turma a refletir sobre seus direitos, mas que também pode ser adaptado para outros temas, desde que sejam feitas perguntas adequadas.

A montagem do jogo é simples: em um pedaço de folha de cartolina (o tamanho varia de acordo com o tempo que o/a educador/a deseja dedicar à brincadeira), desenhe um retângulo composto de quadradinhos que vão representar as casinhas e os numere (veja a foto). Para jogos com 40 casinhas, espalhe no meio do jogo: sete casinhas com grandes interrogações, cinco com desenhos de lâmpadas, seis com a palavra “Direitos”, quatro com escadas ligando para uma casa mais à frente no jogo e outras duas com escorregadores que levam a casinhas para trás. Inclua também duas casas com a mensagem “avance três casas” e outras duas com “volte três casas”.

Será preciso usar um dado, que pode ser confeccionado junto com a turma em papel firme, objetos que representem a caminhada dos/as participantes. Pensando de forma sustentável, pode-se pintar tampinhas de garrafa, por exemplo, em várias cores, ou algum outro tipo de sucata.

Legenda:
Interrogação – o/a jogador/a da vez deve responder uma pergunta relacionada ao tema escolhido
Lâmpada – deve responder a perguntas sobre temas transversais
Direitos – deve ser motivado/a a fazer uma reflexão específica sobre o tema escolhido
Escada – sobe direto para a casa com que a escada faz ligação
Escorregador – desce para a casa com que o escorregador faz ligação

As perguntas e temas motivadores devem ser escritos em cartõezinhos de papel colorido (que fazer com papel reciclado?), sempre apontando também a resposta embaixo. No verso, coloque os mesmos desenhos usados no percurso, de acordo com a legenda acima. Assim, a cada vez que o/a participante chegar a uma casa com interrogação, outro/a participante pega uma carta com uma interrogação, vira e faz a pergunta da vez. Assim, podem ser feitos conjuntos de cartas para temas diferentes, usando o resto da estrutura sempre que necessário.

Boa diversão e até semana que vem!